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Arquivo NippoBrasil - Edição 113 - 19 a 25 de julho de 2001

Câncer de Próstata

(Dr. Pedro Assaf Júnior)

Esta doença é a segunda maior causa de morte por câncer em homens a partir dos 50 anos de idade. Na cidade de São Paulo são diagnosticados 22 casos novos a cada 100 mil habitantes por ano.

Segundo estatísticas americanas, a probabilidade de desenvolver câncer de próstata é inferior a 1 em 10 mil homens com menos de 39 anos; de 1 em 78 homens entre 40 e 50 anos de idade; de 1 em cada 8 homens entre 50 e 60 anos e de 1 em 6 homens entre 60 e 70 anos. A causa desta enfermidade é desconhecida. Acredita-se que anormalidades genéticas e fatores ambientais sejam os responsáveis.

Citamos como exemplo de fator ambiental: há estudos em andamento que sugerem que o risco de câncer de próstata entre os japoneses que emigraram para os Estados Unidos seja maior do que os que permaneceram no Japão.

Como exemplo que sugere que anormalidades genéticas estão envolvidas, nota-se o aumento do risco relativo caso o pai ou o irmão do indivíduo tenha tido câncer de próstata.

Em seus estágios iniciais, o câncer de próstata é desprovido de sintomas, sendo que somente nessas fases ele é curável. Por esta razão é que se recomenda a avaliação anual da próstata nos homens acima de 45 anos de idade.

Como detectar a doença

A avaliação inicial é feita pelo toque retal e um exame de sangue que dosa o PSA (Antígeno Prostático Específico – do inglês “Prostatic Specific Antigen”).

O toque retal consiste no exame da próstata pelo médico urologista que usando uma luva lubrificada, introduz o dedo no reto do paciente para avaliar, por meio do tato, as características da próstata. Esse procedimento é bastante simples e rápido, causando pouquíssimo desconforto para o paciente.

Um alto nível de PSA no sangue poderá indicar a existência do câncer de próstata. Caso haja fortes indícios notados através dos exames acima citados, o urologista solicitará uma ultra-sonografia transretal de próstata com biópsia.

Esse exame consiste na introdução de um pequeno instrumento no reto do paciente, permitindo a visualização da próstata em um monitor de televisão. O médico ultra-sonografista, então, coleta amostras do tecido prostático mediante o uso de agulhas.

As amostras são examinadas por um médico patologista que determina a presença ou ausência de células cancerígenas.

Na confirmação do câncer, o urologista irá solicitar outros exames para decidir o tipo de tratamento.

Tratamento

Dependendo do grau da doença, o urologista irá propor diferentes formas de tratamento.

Nos estágios iniciais, pode-se realizar a cirurgia que é denominada prostatectomia radical, onde se retira toda a próstata juntamente com as vesículas seminais.

A radioterapia em suas várias modalidades é outra opção para os casos iniciais.

Para estágios mais adiantados, onde já não há mais possibilidade de cura, é indicado o uso de medicamentos que reduzem a quantidade ou inibem a ação da testosterona, que é um hormônio masculino utilizado pelo câncer como fonte de crescimento. A cirurgia utilizada para reduzir a quantidade de testosterona no homem é a castração (orquiectomia bilateral).

Essas modalidades de tratamento citadas no parágrafo anterior são agrupadas sob o nome de hormonioterapia.

A quimioterapia tem pouco efeito sobre o câncer de próstata e é somente empregada para aliviar os sintomas causados pela enfermidade nos estágios mais avançados, que cessaram de responder aos outros tratamentos disponíveis.

O sucesso do tratamento não é de domínio exclusivo dos médicos, os pacientes também são responsáveis. Solicite toda a informação disponível, converse abertamente com seu urologista sobre as opções terapêuticas para que, deste modo, ambos possam eleger o tratamento mais adequado a ser seguido.


Dr. Pedro Assaf Júnior. É médico urologista, assistente do Serviço de Urologia do Instituto do Câncer “Arnaldo Vieira de Carvalho”, em São Paulo
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